domingo, 19 de julho de 2015

Série - Resenha #11 - The 100 (2°TEMP)


Duração de cada episodio: 42min
Gênero: Drama, Ficção cientifica, Aventura
Emissora: CW
N° de episódios: 13
Temporadas: 2 (ainda em andamento)
Ano: 2014
Nota:


Com o final da primeira temporada bem inesperada, a série continua em um suspense sem fim. As coisas começam a fazer mais sentindo, ou melhor, começam a ter um fundamento. Lógico que as elas não acabaram, mas as guerras que antes eram entre eles, agora são contra Mount Weathern.

Mount Wearthern consiste em um grupo de pessoas que não podem entrar em contato com radiação, por isso vivem em lugar onde não existe contato com o ar. No entanto, ao pegar os sobreviventes da explosão na Arca, eles descobrem que é possível conviver lá fora, e é ai que começa a tal guerra (ao decorrer da série vocês irão descobrir mais, e como eles fazem para sobreviver), e acreditem em mim se quiserem, a guerra que eles vão enfrentar não é nada parecido com a dos terras firmes. Existe muito mais tecnologia e muitas estratégias que nem sempre vão funcionar.


Nessa temporada vemos muito dos personagens crescerem. Bellamy cria uma responsabilidade e a cumpre em todo momento, sem contar que ele e Clarke estão bem mais próximos, conseguimos ver ele mais “amoroso”, se é que pode definir ele assim. Clarke não muito diferente dele. Além de criar uma responsabilidade muito grande perante todos, ela precisa fazer escolhas difíceis que no fim vão faze-la se questionar sobre si mesma, o que é bem triste porque já podemos imaginar um caminho triste e solitário para a garota.

Octava deixa de ser aquela menina mimada que só quer provar para o irmão que sabe se cuidar, e passa a ser uma das mulheres mais fortes da aldeia. Afinal, depois de ficar semanas atrás de Lincoln, que acreditavam estar morto, ela cria uma “imunidade” contra os inimigos, e passa a trabalhar do lado deles. Mas relaxem, ela em nenhum momento trai a sua aldeia.


Com a chegada da Arca na terra, algumas coisas mudam, mas a mãe de Clarke, Abby, logo assumi o lugar do Chanceler e passa a ouvir alguns dos conselhos da filha, afinal eles acabaram de chegar.

Uma das coisas que me irritaram muito foi o Jahn, junto com o Murphy (e mais alguns homens da Arca) que se revoltaram com a ideia de viver em guerra e foram em busca de um cidade chamada Cidades das Luzes, onde ninguém nunca chegou vivo.


Além disso, vemos um beijo homossexual que, na minha opinião, foi bem desnecessário. Deixando claro que eu não tenho nada contra a homossexualidade e muito menos que seja retratada em séries de todos os tipos, mas sinceramente, os personagens combinam em nada e o romance deles é bem forçado.

Essa temporada, em partes, foi bem parecida com a primeira, a diferença é que descobrimos a origem de muitas coisas e vemos todos os personagens crescerem e amadurecerem. Todos eles precisam superar os seus demônios, uns conseguem, outros não...

E é isso! Beijos e até a próxima viagem!

Resenha por: Pietra

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