quinta-feira, 16 de julho de 2015

Filme - Resenha #13 - Divergente


Nome original: Divergent
Duração: 139 min
Ano: 2014
Gênero:  Ação, Ficção-cientifica
Nota:    



Beatrice Prior vive em uma sociedade dividida em facções - Abnegação, Amizade, Audácia, Erudição e Sinceridade – e na adolescência tem que fazer uma escolha: permanecer na facção em que nasceu (Abnegação, no caso de Beatrice) ou mudar de facção e abandonar por completo sua família.


Beatrice escolhe uma facção que surpreende, digamos, à todos. Ela escolhe Audácia (que seria tipo a polícia da sociedade), e terá que passar por uma série de testes, tanto físicos quanto psicológicos, para se tornar da Audácia (o que faz uma grande pressão já que se ela não passar nos testes corre o grande risco de se tornar uma sem-facção, que são os “mendigos” da sociedade). Ela só não contava com o fato de ser Divergente, o que a atrapalha a passar nos testes sem ser percebida.

Divergentes são pessoas que não se encaixam em uma facção, mas sim em todas (por terem características de cada facção). Essas pessoas são supostas ameaças para a sociedade, já que são difíceis de serem controladas e a sociedade retratada no filme é extremamente controladora.

Quando se muda para Audácia, Beatrice muda seu nome para Tris, e conhece Four, seu instrutor. E claro que, em meio a tanta coisa acontecendo, Tris e Four vão ter tempo para desengatar um romance.


Tris sofre bastante para passar em seus testes, e vemos o amadurecimento da personagem durante o filme. Isso foi muito bem retratado pelos roteiristas e diretores e, é claro, pela atriz Shailene Woodley (a linda Hazel Grace de 'A Culpa é das Estrelas'). Ela e Theo James fizeram um belo casal no filme e vale lembrar que Four também foi muito bem montado e interpretado pelo ator. Algumas vezes o Four me pareceu sensível demais, mas ainda sim foi um bom personagem.

No geral eu gostei do filme, mas achei um pouco parecido com outros filmes do gênero. Para ser honesta, o filme foi muito previsível para mim. Não tiveram muitas cenas de tirar o fôlego ou quase morrer de agonia, o que contribuiu para não me deixar tão ansiosa para o segundo filme da franquia, denominado Insurgente. No entanto, isso não torna o filme ruim ou cansativo, e com certeza vale a pena reservar um tempo para assisti-lo.

Beijos e até a próxima!

OBS.: EU NÃO LI OS LIVROS, então todas as resenha da série Divergente serão baseada apenas nos filmes.

Resenha por: Beatriz.

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